FOTA quer tornar a F1 mais “verde”

Revista Racing

A tendência mundial atual, em qualquer área, é a grande preocupação com o meio ambiente e o futuro do planeta. Na Fórmula 1, isso não é diferente. As primeiras atitudes sérias sobre o assunto começaram a aparecer por meio da equipe Honda, que, em 2007, chocou ao apresentar o “Carro Globo”, com uma pintura da Terra.

Mas só uma pintura não resolverá as questões mundiais sobre o meio ambiente. Assim, a FOTA (Associação das Equipes da F1) está procurando soluções para que a categoria passe a ser mais “verde” nos próximos anos. O plano é que, dentro de três temporadas, a série lance 12% a menos de gás carbônico na atmosfera em relação à atualidade.

“Já conseguimos reduzir um pouco das emissões de carbono da F1. Baseado no que já fizemos, esperamos que, até 2012, a F1 tenha uma redução de emissões de carbono de até 12,4% em relação a 2009”, explicou Martin Whitmarsh, que, além de chefão da equipe McLaren, é o presidente da FOTA.

“Além disso, a FIA e a FOTA já estão trabalhando, em conjunto, para adaptar os regulamentos técnicos de 2013 garantindo que todos os motores utilizados na F1 contenham tecnologias destinadas a melhorar a eficiência do combustível. Este é um momento muito emocionante para a F1 e eu estou orgulhoso de ver o nosso esporte sendo capaz de assumir um compromisso importante com o meio ambiente”, finalizou o dirigente.

Como a Fórmula 1 é considerada um laboratório das grandes marcas, a intenção da Associação de Equipes é ver as tecnologias, criadas inicialmente para as pistas, sendo utilizadas nos automóveis de produção.

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